sexta-feira, 30 de julho de 2010

O Amor

                              Como não diria Camões...
...A chama do amor não arde sem se ver;
É a cura da ferida agora ausente;
É um sentimento mui contente;
É a própria essência do ser;

É mais que o bem desejar, é fazer;
É com os outros  andar por entre a gente;
É nunca desprezar o diferente;
É acordar sorrindo a cada amanhecer;

É viver livre de verdade;
É servir ao próximo com muito fervor;
É ter com quem dividir, cumplicidade.

Mas como negar pode o seu esplendor
No rosto de quem encontrou de verdade,
A eficácia e a pureza do Amor?
                                (Alcimar Dantas Dias)                                       

AINDA que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
 O amor nunca falha.
                                           ( Paulo aos Coríntios 13: 1 a 8)

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Um chamado à santidade


João 2:13 a 22 Jesus purifica o templo.

Esse texto narra sobre a ida de Jesus ao templo, mostra o que Ele encontrou lá, a sua reação diante do que encontrou e as profundas lições do Mestre sobre o seu zelo pela casa do Pai. A noção do corpo como santuário de Deus, a destruição e a reconstrução de um novo santuário e a urgente necessidade de uma volta às origens da verdadeira adoração.

Nesse texto Jesus exorta a todos a terem zelo pela Igreja e a expulsarem de dentro dela tudo aquilo não condiz com a ética do reino e a santidade de Deus. Jesus chama a casa à ordem e provoca em todos, uma séria reflexão sobre santidade, sobre o que deve estar dentro do templo e o que deve ser expulso dele. Jesus aponta o erro e motiva o seu povo a caminhar em direção ao que é certo e honesto. Jesus deixa claro que o seu ministério é de purificação e reconstrução.

Percebe-se na reação de Jesus ao expulsar os cambistas do templo, o seu profundo e sincero zelo pelo templo. Jesus encontrou lá, intenções contrárias ao que o Pai desejaria. Pensamentos impuros, desejos carnais, malícias, interesses pessoais e exploração pública da fé dos menos favorecidos. O desvio de propósito levou Jesus a santa indignação. O templo que fora construído para a verdadeira adoração a Deus, como lugar de arrependimento e oferecimento de sacrifícios em prol do perdão, da comunhão sincera com o Pai, lugar que foi escolhido pelo próprio Deus como sua habitação e de onde emanava a Sua palavra, agora entregue aos ambiciosos cambistas e carnais sacerdotes que tiravam proveito em tudo e só pensavam em si mesmos.

Somos levados em pensar em nossa vida como um templo que pertence ao Senhor. Somos levados a desejar uma vida pura e conscientemente consagrada a adoração ao Senhor. Cabe-nos buscar em Cristo a purificação dos nossos pecados e a graça que nos fortalece a viver de forma agradável ao Pai.

Rev. Alcimar Dantas Dias

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Analfabetismo Ideológico

Em Março de 2006, uma edição da influente revista britânica “The Economist” publicou um artigo sobre a situação da leitura no Brasil e vejam um pedacinho do artigo: “Muitos brasileiros não sabem ler. Em 2000, um quarto da população com 15 anos ou mais eram analfabetos funcionais. Muitos simplesmente não querem. Apenas um adulto alfabetizado em cada três lê livros. O brasileiro médio lê 1,8 livros não-acadêmicos por ano –menos da metade do que se lê nos EUA ou na Europa. Em uma pesquisa recente sobre hábitos de leitura, os brasileiros ficaram em 27º em um ranking de 30 países, gastando 5,2 horas por semana com um livro. Os argentinos, vizinhos, ficaram em 18º.”

A falta de leitura no Brasil faz com que a televisão seja um dos mais influentes meios de comunicação e um dos mais poderosos meios de formação ideológica em nosso país.

Tratando-se especificamente das novelas brasileiras e mais precisamente as novelas veiculadas pela Rede Globo, tornaram-se para aqueles que tem um certo grau de leitura, não somente insuportáveis como repetitivas em seus apelos à um estilo de vida leviano, imoral e antiético. Trata-se de uma verdadeira máquina de destruição das famílias.

A televisão no Brasil exerce muito maior influência do que nos países desenvolvidos. Nos países onde as pessoas gastam mais tempo com a leitura, a televisão é apenas mais um meio de comunicação, enquanto que aqui no Brasil, a televisão é o centro das atenções da maioria. Os brasileiros se mostram assim como preguiçosos intelectualmente e com isso surge o chamado curral eleitoral, falta de coragem para reivindicações junto aos governos e acomodação diante dos problemas sociais.

Junte-se a isso o crescimento desenfreado da violência urbana, do aumento gigantesco dos consumidores de drogas e da multiplicação da corrupção em todos os setores dos poderes.

Nesse momento em que se inicia o processo eleitoral em nosso país, desejaria tão somente sugerir a todos que pensassem melhor sobre o futuro da nossa Pátria. Como seria bom se investigássemos melhor a origem e as intenções dos candidatos em geral. Gastar tempo lendo, pesquisando, estudando sobre este assunto e certamente gastar tempo em oração por este país já tão sofrido, poderá ser o caminho em direção ao desenvolvimento eficaz.

Alcimar Dantas Dias

terça-feira, 13 de julho de 2010

A Sincera Gratidão

(Lc.17:11 a 19)

Todos gostam de ser abençoados. Todos gostam de receber curas, ver milagres, serem aprovados em concursos, conseguirem bons empregos, etc. Todavia, nem todos gostam de agradecer pelas bênçãos recebidas. Nem todos se lembram de voltar e atribuir a Deus o mérito das conquistas alcançadas.

É o que a Bíblia relata em Lucas 17: 11 a 19, dez leprosos foram a Cristo pedir a cura. Jesus atendeu aos dez, porém, “Um dos dez, vendo que fora curado, voltou, dando glória a Deus em alta voz, e prostrou-se com o rosto em terra aos pés de Jesus, agradecendo-lhe; e este era samaritano.”vv15,16.

O tema desta passagem bíblica é Gratidão a Deus. Numa análise rápida observamos que o leproso percebeu que fora curado, sentiu-se profundamente abençoado, o seu coração encheu-se de uma sincera gratidão e lembrou-se de quem havia lhe abençoado, voltando a Cristo para se colocar aos seus pés e dar glória a Deus em alta voz. Esta atitude deixou o Senhor Jesus ainda mais satisfeito com ele, mesmo sendo ele um samaritano.

Como Deus se agrada da nossa atitude de gratidão! O Senhor Jesus tem prazer em abençoar o seu povo, mas tem igual prazer em receber a gratidão do seu povo. O culto de ação de graças é, portanto, esse momento em que reconhecemos que tudo que recebemos vem do Senhor e somente Ele é digno de receber nossa gratidão e a glória. É o momento que ficamos aos pés de Cristo, com o rosto em terra e dizendo: ao Senhor Jesus toda a glória!

Rev. Alcimar Dantas Dias

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Decisões que podem mudar o resto da nossa vida

“E, vendo passar a Jesus, disse: Eis aqui o Cordeiro de Deus.
E os dois discípulos ouviram-no dizer isto, e seguiram a Jesus.”(Jo.1:36,37)

Dois discípulos de João Batista resolveram seguir a Jesus. O que poderia ter levado aqueles discípulos a tomar esta decisão? Creio que foi o poder da pregação de João Batista a respeito de Jesus. João afirmara que Jesus é o cordeiro de Deus e essa mensagem influenciou os dois discípulos a seguir a Cristo.Acreditamos que o poder da pregação da palavra de Deus encoraja os homens a crer em Deus e segui-lo.Sendo assim, aqueles dois discípulos tomaram uma decisão que mudou o resto de suas vidas.

O que significou aquela decisão? O significado de seguir a Jesus é muito forte e profundo. É mais do que ser apenas um religioso ou freqüentador de igreja. Seguir a Jesus é andar no mesmo caminho com Jesus, andar lado a lado, ter comunhão, na condição de servo de Jesus. Seguir a Jesus é ir por onde Ele for, fazer o que Ele ordenar. Seguir a Jesus é uma entrega incondicional da vida ao controle do senhorio de Cristo para sempre.

Seguir a Jesus é uma decisão que muda o resto da nossa vida porque nos coloca na condição de filhos de Deus em plena comunhão com Ele. A comunhão com Deus é a coisa mais importante que o homem precisa para viver feliz. Quando resolvemos seguir a Jesus entramos por um caminho sem volta porque Ele nos sustenta nas mãos e nunca mais nos solta. Além disso, o caminho embora estreito, nos proporciona tanto conforto, tanta paz, tanta alegria e realização interior que nem mesmo desejamos desistir. Dificuldades podem surgir, obstáculos podem aparecer, porém o prazer que sentimos em caminhar com Jesus é tão grande que é impossível abandoná-lo.

Alcimar Dantas

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Denzel Washington é muito mais do que apenas um superstar, ganhador de Oscar. Ele é um cristão que leva a sério o seu papel … mesmo que isto signifique um pouco de sangue, como em seu novo filme: Book of Eli.

Denzel Washington é um dos mais bem sucedidos e respeitados atores de Hollywood. Mas o vencedor de duas estatuetas do Oscar (em 1989 e 2001 de Glória de Dia de Treinamento) é também um dos mais atuantes cristãos de Hollywood.

Filho de um pastor pentecostal de Mount Vernon, Nova York, Denzel, aos 55 anos, há mais de 30, tem participado ativamente da igreja West Angeles Church of God in Christ, lê sua Bíblia todas as manhãs, e sempre escolhe papéis em que pode “passar” uma mensagem positiva ou o reflexo de sua profunda fé pessoal.
A fé está em todo lugar no novo filme pós-apocaliptico de Denzel: The Book of Eli, que estreou sexta-feira e está sendo promovido com outdoors com os trocadilhos “B-ELI-EVE” (Acredite) e “D-ELI-VER US.” (Salve-nos). No filme, Denzel assume o papel de um viajante misterioso que tem um facão como arma, chamado Eli, dirigido por Deus para proteger a última cópia da Bíblia existente na Terra – isso mesmo, a Bíblia – e levá-la para o ocidente, para protegê-la de bandidos que procuram usá-la como uma “arma” de controle.

O personagem de Denzel no filme utiliza a violência intensamente – esquartejando os bandidos em cada esquina -, mas que começa a se sensibilizar quando conhece uma garota inocente (Mila Kunis), que o lembra que podemos ficar tão presos em proteger a Palavra de Deus que, por vezes esquecemos-nos de vivenciá-la.

Para Denzel, “vivenciá-la” é essencialmente caracterizado pelo amor e sacrifício. A mensagem final de Eli, diz ele, é “faça mais pelos outros do que você faria para si mesmo”. Esta uma mensagem que Denzel sempre ouviu desde criança.

“Oramos a respeito de tudo, todos os dias”, disse Denzel a membros da mídia religiosa na semana passada, em Los Angeles. “E sempre terminamos com ‘Amém. Deus é amor’. Eu imaginava que ‘Deus é amor’ era apenas uma expressão. Levei muito tempo para aprender o que realmente significava. Eu não me importo com o livro que você lê ou no que você acredita, se você não tiver amor, se você não amar o seu próximo, então você não tem nada”.

Embora Denzel não seja um grande fã da palavra “religião”, e se abstenha de qualquer posicionamento do tipo “Eu estou certo, você está errado”, ele não se envergonha de falar, sem rodeios, sobre sua fé cristã.

“Eu creio que Jesus é o Filho de Deus”, diz ele. “Eu fui batizado no Espírito Santo. Eu sei que isso é real. Eu estava numa sala. Meu rosto ‘explodiu’, chorei como um bebê, e aquilo quase me ‘matou de susto’. Um tipo de medo que chacoalhou minha vida. Vou ser honesto com você, levantei-me e segui na direção oposta daquela que deveria. Eu não sabia o que estava acontecendo. Foi muito forte. Levei muitos anos para dar meia-volta”.

Recentemente, sentado em sua casa lendo a Bíblia (esta é a terceira vez que ele está lendo-a do início ao fim), Denzel se deparou com uma passagem sobre a sabedoria e entendimento em Provérbios 4, que o fez refletir sobre sua vida.

“Estou nesta enorme casa cheia de todas essas coisas”, observou. “Eu ouvi a Bíblia me dizendo: ‘Você nunca vê um caminhão de mudanças atrás de um carro funerário. Você não pode levar todas essas coisas consigo. Os egípcios tentaram, mas foram roubado. Eu disse: ‘O que você quer, Denzel?’ E uma das palavras da devocional daquele dia era sabedoria. Então comecei a orar ‘Deus, me dê uma porção daquilo’. Eu já consegui todo o sucesso possível na minha carreira. Mas eu posso ficar melhor. Eu posso aprender a amar mais. Eu posso aprender a ser mais compreensivo. Eu posso ganhar mais sabedoria”.

Assim como seu personagem em The Book of Eli, Denzel acredita na vocação profética e, por isso, tenta aproveitar ao máximo do trabalho que ele acredita ter sido lhe dado pelo próprio Deus: no seu caso, a fama mundial e uma das carreiras cinematográficas mais profícuas de sua geração. Denzel se lembra de uma história de quando ele tinha 20 anos, que demonstra como ele relaciona intimamente a sua fé com sua carreira.

Naquele verão, Washington era um equipante em um acampamento da YMCA (Associação Cristã de Moços) em Connecticut. Os equipantes faziam esquetes para os acampantes, e alguém sugeriu a Denzel que ele tinha um talento natural para aquilo e deveria prosseguir atuando. Naquele outono, Denzel voltou a estudar no campus da Universidade Fordham, de Lincoln Center, onde iniciou sua formação em teatro. “Anos mais tarde”, lembra-se Denzel”, perguntei ao meu pastor, se ele achava que eu tinha um chamado para ser pregador, e ele disse: ‘Bem, você não está falando para milhões de pessoas? Você não viajou o mundo?”

“Eu tentei direcionar meus papéis”, diz ele, “mesmo nos piores papéis como em Dia de Treinamento. A primeira coisa que eu escrevi no meu script (de Dia de Treinamento) foi ‘o salário do pecado é a morte’. No roteiro original, você descobria que meu personagem havia morrido pela televisão. E eu disse, ‘Não, não. Para que eu pudesse justificar que ele havia vivido da pior maneira possível, ele teria de morrer da pior maneira, também. Eu fui arrancado do carro pelo Ethan [Hawke], rastejei como uma cobra… O bairro inteiro virou suas costas para mim e então eu fui feito em pedaços”.

Foi mais fácil “direcionar” o personagem de Eli em uma direção positiva, “quer dizer, quase fácil”, brinca Denzel, porque “esse cara é mais violento que o personagem de Dia de Treinamento. Ele é mais violento do que Malcolm X”.

No entanto, da mesma forma que o personagem de Denzel em Chamas da Vingança, a violência de Eli é usada como forma de proteger os inocentes.

“Quando eu fiz Dia de Treinamento”, diz ele, “havia um policial que disse que a Bíblia afirmava existirem aqueles cujo encargo é proteger os inocentes, e que para isso lhe é dado o direito de ser violento. Aquele policial disse: ‘Baseado nisso é que eu e meu parceiro vivemos. Isso é o que fazemos’. Talvez ele precisasse daquele versículo para justificar o que estava fazendo”.

Embora ele tenha encenado personagens violentos em filmes como Dia de Treinamento, American Gangster e, agora, Eli, Denzel é, na vida real, um homem de família calmo e gentil. Casado com Pauletta por mais de 26 anos e pai de quatro filhos, John David, Katia e os gêmeos Malcom e Olivia-Washington, Denzel está longe do estereótipo do ator de Hollywood.

Além de seu envolvimento com a igreja (ele doou US$ 2,5 milhões em 1995 para o West Angeles COGIC para construírem uma nova instalação), Denzel – que sempre inclui em seus autógrafos um “Deus te abençoe” – é um colaborador, há muito tempo, do Boys & Girls Clubs of America (que ele participou quando crianaça), entre outras caridades.

Denzel, que está indo para à Broadway, nesta primavera, para aparecer junto com Viola Davis na peça Fences, de August Wilson, sabe que ele tem sido abençoado com muito, mas rapidamente minimiza sua fama e sucesso dizendo que são apenas um presente de Deus.

“Não é sobre mim”, disse Denzel em uma entrevista de 2007 na revista Reader’s Digest. “Recebi certas habilidades, e olho para elas da seguinte forma: o que vou fazer com o que tenho? Quem é que vai ser engrandecido com isso?” Perto do final de Eli, o personagem de Denzel cita a famosa passagem de 2 Timóteo 4:7: “Combati o bom combate … guardei a fé”.

É uma linha condizente com o próprio Denzel. Ele é um superstar de Hollywood que, embora não seja perfeito, oferece um raro exemplo de um cristão em um lugar de extrema aclamação e sucesso e que não deixou isso subir à sua cabeça, em vez disso continua fundamentando sua vida na Bíblia e na confiança em Deus.

Em seus mais de 30 anos como ator, Denzel Washington tem lutado o bom combate e feito o que muitos não conseguiram. Ele manteve a fé.


Fonte: Christianity Today

Tradução livre de Whaner Endo

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Um homem grande


“A benevolência faz um homem verdadeiramente grande. É mais bendito dar que receber. E é muito mais cristão estudar e procurar ser útil a outros, do que levantar a admiração e buscar a estima para si mesmo. O homem benevolente tem uma alma grande, copiosa e o fruto da sua benevolência edificará a igreja.”(Matthew Henry)


Se queremos pensar em um homem benevolente pensemos em João Batista que disse: “É necessário que ele (Jesus) cresça e que eu diminua.”Jo.3.30. João batista estava muito mais centrado na glorificação do Senhor Jesus do que preocupado consigo mesmo. João sabia exatamente o porquê de sua vinda ao mundo. Seu ministério consistiu em preparar o caminho para o Senhor. João batista foi grande por reconhecer a grandeza de Jesus e se satisfez em diminuir para que Jesus crescesse e fosse visto por todos.

Gl 5:22 “Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.” Benignidade e benevolência são palavras sinônimas. Trata-se de uma parte do fruto do Espírito, ou seja, é algo produzido pelo Espírito Santo no homem. É algo contrário ao egoísmo, contrário ao exagerado amor próprio. O homem benevolente é um homem abnegado o qual prefere a honra dos outros e não está preocupado em direcionar os holofotes para si mesmo, senão para Cristo.
“SABE, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, Traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te. “IITm 3: 1 a 5 Nunca houve um tempo tão carente de homens benevolentes como nos dias atuais. Peçamos ao Senhor que gere em nós a benevolência para dizermos como disse João: “Importa que Jesus cresça e que eu diminua.”


Rev. Alcimar Dantas