(Lc.17:11 a 19)
Todos gostam de ser abençoados. Todos gostam de receber curas, ver milagres, serem aprovados em concursos, conseguirem bons empregos, etc. Todavia, nem todos gostam de agradecer pelas bênçãos recebidas. Nem todos se lembram de voltar e atribuir a Deus o mérito das conquistas alcançadas.
É o que a Bíblia relata em Lucas 17: 11 a 19, dez leprosos foram a Cristo pedir a cura. Jesus atendeu aos dez, porém, “Um dos dez, vendo que fora curado, voltou, dando glória a Deus em alta voz, e prostrou-se com o rosto em terra aos pés de Jesus, agradecendo-lhe; e este era samaritano.”vv15,16.
O tema desta passagem bíblica é Gratidão a Deus. Numa análise rápida observamos que o leproso percebeu que fora curado, sentiu-se profundamente abençoado, o seu coração encheu-se de uma sincera gratidão e lembrou-se de quem havia lhe abençoado, voltando a Cristo para se colocar aos seus pés e dar glória a Deus em alta voz. Esta atitude deixou o Senhor Jesus ainda mais satisfeito com ele, mesmo sendo ele um samaritano.
Como Deus se agrada da nossa atitude de gratidão! O Senhor Jesus tem prazer em abençoar o seu povo, mas tem igual prazer em receber a gratidão do seu povo. O culto de ação de graças é, portanto, esse momento em que reconhecemos que tudo que recebemos vem do Senhor e somente Ele é digno de receber nossa gratidão e a glória. É o momento que ficamos aos pés de Cristo, com o rosto em terra e dizendo: ao Senhor Jesus toda a glória!
Rev. Alcimar Dantas Dias
terça-feira, 13 de julho de 2010
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Decisões que podem mudar o resto da nossa vida
“E, vendo passar a Jesus, disse: Eis aqui o Cordeiro de Deus.
E os dois discípulos ouviram-no dizer isto, e seguiram a Jesus.”(Jo.1:36,37)
Dois discípulos de João Batista resolveram seguir a Jesus. O que poderia ter levado aqueles discípulos a tomar esta decisão? Creio que foi o poder da pregação de João Batista a respeito de Jesus. João afirmara que Jesus é o cordeiro de Deus e essa mensagem influenciou os dois discípulos a seguir a Cristo.Acreditamos que o poder da pregação da palavra de Deus encoraja os homens a crer em Deus e segui-lo.Sendo assim, aqueles dois discípulos tomaram uma decisão que mudou o resto de suas vidas.
O que significou aquela decisão? O significado de seguir a Jesus é muito forte e profundo. É mais do que ser apenas um religioso ou freqüentador de igreja. Seguir a Jesus é andar no mesmo caminho com Jesus, andar lado a lado, ter comunhão, na condição de servo de Jesus. Seguir a Jesus é ir por onde Ele for, fazer o que Ele ordenar. Seguir a Jesus é uma entrega incondicional da vida ao controle do senhorio de Cristo para sempre.
Seguir a Jesus é uma decisão que muda o resto da nossa vida porque nos coloca na condição de filhos de Deus em plena comunhão com Ele. A comunhão com Deus é a coisa mais importante que o homem precisa para viver feliz. Quando resolvemos seguir a Jesus entramos por um caminho sem volta porque Ele nos sustenta nas mãos e nunca mais nos solta. Além disso, o caminho embora estreito, nos proporciona tanto conforto, tanta paz, tanta alegria e realização interior que nem mesmo desejamos desistir. Dificuldades podem surgir, obstáculos podem aparecer, porém o prazer que sentimos em caminhar com Jesus é tão grande que é impossível abandoná-lo.
Alcimar Dantas
E os dois discípulos ouviram-no dizer isto, e seguiram a Jesus.”(Jo.1:36,37)
Dois discípulos de João Batista resolveram seguir a Jesus. O que poderia ter levado aqueles discípulos a tomar esta decisão? Creio que foi o poder da pregação de João Batista a respeito de Jesus. João afirmara que Jesus é o cordeiro de Deus e essa mensagem influenciou os dois discípulos a seguir a Cristo.Acreditamos que o poder da pregação da palavra de Deus encoraja os homens a crer em Deus e segui-lo.Sendo assim, aqueles dois discípulos tomaram uma decisão que mudou o resto de suas vidas.
O que significou aquela decisão? O significado de seguir a Jesus é muito forte e profundo. É mais do que ser apenas um religioso ou freqüentador de igreja. Seguir a Jesus é andar no mesmo caminho com Jesus, andar lado a lado, ter comunhão, na condição de servo de Jesus. Seguir a Jesus é ir por onde Ele for, fazer o que Ele ordenar. Seguir a Jesus é uma entrega incondicional da vida ao controle do senhorio de Cristo para sempre.
Seguir a Jesus é uma decisão que muda o resto da nossa vida porque nos coloca na condição de filhos de Deus em plena comunhão com Ele. A comunhão com Deus é a coisa mais importante que o homem precisa para viver feliz. Quando resolvemos seguir a Jesus entramos por um caminho sem volta porque Ele nos sustenta nas mãos e nunca mais nos solta. Além disso, o caminho embora estreito, nos proporciona tanto conforto, tanta paz, tanta alegria e realização interior que nem mesmo desejamos desistir. Dificuldades podem surgir, obstáculos podem aparecer, porém o prazer que sentimos em caminhar com Jesus é tão grande que é impossível abandoná-lo.
Alcimar Dantas
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Denzel Washington é muito mais do que apenas um superstar, ganhador de Oscar. Ele é um cristão que leva a sério o seu papel … mesmo que isto signifique um pouco de sangue, como em seu novo filme: Book of Eli.Denzel Washington é um dos mais bem sucedidos e respeitados atores de Hollywood. Mas o vencedor de duas estatuetas do Oscar (em 1989 e 2001 de Glória de Dia de Treinamento) é também um dos mais atuantes cristãos de Hollywood.
Filho de um pastor pentecostal de Mount Vernon, Nova York, Denzel, aos 55 anos, há mais de 30, tem participado ativamente da igreja West Angeles Church of God in Christ, lê sua Bíblia todas as manhãs, e sempre escolhe papéis em que pode “passar” uma mensagem positiva ou o reflexo de sua profunda fé pessoal.
A fé está em todo lugar no novo filme pós-apocaliptico de Denzel: The Book of Eli, que estreou sexta-feira e está sendo promovido com outdoors com os trocadilhos “B-ELI-EVE” (Acredite) e “D-ELI-VER US.” (Salve-nos). No filme, Denzel assume o papel de um viajante misterioso que tem um facão como arma, chamado Eli, dirigido por Deus para proteger a última cópia da Bíblia existente na Terra – isso mesmo, a Bíblia – e levá-la para o ocidente, para protegê-la de bandidos que procuram usá-la como uma “arma” de controle.
O personagem de Denzel no filme utiliza a violência intensamente – esquartejando os bandidos em cada esquina -, mas que começa a se sensibilizar quando conhece uma garota inocente (Mila Kunis), que o lembra que podemos ficar tão presos em proteger a Palavra de Deus que, por vezes esquecemos-nos de vivenciá-la.
Para Denzel, “vivenciá-la” é essencialmente caracterizado pelo amor e sacrifício. A mensagem final de Eli, diz ele, é “faça mais pelos outros do que você faria para si mesmo”. Esta uma mensagem que Denzel sempre ouviu desde criança.
“Oramos a respeito de tudo, todos os dias”, disse Denzel a membros da mídia religiosa na semana passada, em Los Angeles. “E sempre terminamos com ‘Amém. Deus é amor’. Eu imaginava que ‘Deus é amor’ era apenas uma expressão. Levei muito tempo para aprender o que realmente significava. Eu não me importo com o livro que você lê ou no que você acredita, se você não tiver amor, se você não amar o seu próximo, então você não tem nada”.
Embora Denzel não seja um grande fã da palavra “religião”, e se abstenha de qualquer posicionamento do tipo “Eu estou certo, você está errado”, ele não se envergonha de falar, sem rodeios, sobre sua fé cristã.
“Eu creio que Jesus é o Filho de Deus”, diz ele. “Eu fui batizado no Espírito Santo. Eu sei que isso é real. Eu estava numa sala. Meu rosto ‘explodiu’, chorei como um bebê, e aquilo quase me ‘matou de susto’. Um tipo de medo que chacoalhou minha vida. Vou ser honesto com você, levantei-me e segui na direção oposta daquela que deveria. Eu não sabia o que estava acontecendo. Foi muito forte. Levei muitos anos para dar meia-volta”.
Recentemente, sentado em sua casa lendo a Bíblia (esta é a terceira vez que ele está lendo-a do início ao fim), Denzel se deparou com uma passagem sobre a sabedoria e entendimento em Provérbios 4, que o fez refletir sobre sua vida.
“Estou nesta enorme casa cheia de todas essas coisas”, observou. “Eu ouvi a Bíblia me dizendo: ‘Você nunca vê um caminhão de mudanças atrás de um carro funerário. Você não pode levar todas essas coisas consigo. Os egípcios tentaram, mas foram roubado. Eu disse: ‘O que você quer, Denzel?’ E uma das palavras da devocional daquele dia era sabedoria. Então comecei a orar ‘Deus, me dê uma porção daquilo’. Eu já consegui todo o sucesso possível na minha carreira. Mas eu posso ficar melhor. Eu posso aprender a amar mais. Eu posso aprender a ser mais compreensivo. Eu posso ganhar mais sabedoria”.
Assim como seu personagem em The Book of Eli, Denzel acredita na vocação profética e, por isso, tenta aproveitar ao máximo do trabalho que ele acredita ter sido lhe dado pelo próprio Deus: no seu caso, a fama mundial e uma das carreiras cinematográficas mais profícuas de sua geração. Denzel se lembra de uma história de quando ele tinha 20 anos, que demonstra como ele relaciona intimamente a sua fé com sua carreira.
Naquele verão, Washington era um equipante em um acampamento da YMCA (Associação Cristã de Moços) em Connecticut. Os equipantes faziam esquetes para os acampantes, e alguém sugeriu a Denzel que ele tinha um talento natural para aquilo e deveria prosseguir atuando. Naquele outono, Denzel voltou a estudar no campus da Universidade Fordham, de Lincoln Center, onde iniciou sua formação em teatro. “Anos mais tarde”, lembra-se Denzel”, perguntei ao meu pastor, se ele achava que eu tinha um chamado para ser pregador, e ele disse: ‘Bem, você não está falando para milhões de pessoas? Você não viajou o mundo?”
“Eu tentei direcionar meus papéis”, diz ele, “mesmo nos piores papéis como em Dia de Treinamento. A primeira coisa que eu escrevi no meu script (de Dia de Treinamento) foi ‘o salário do pecado é a morte’. No roteiro original, você descobria que meu personagem havia morrido pela televisão. E eu disse, ‘Não, não. Para que eu pudesse justificar que ele havia vivido da pior maneira possível, ele teria de morrer da pior maneira, também. Eu fui arrancado do carro pelo Ethan [Hawke], rastejei como uma cobra… O bairro inteiro virou suas costas para mim e então eu fui feito em pedaços”.
Foi mais fácil “direcionar” o personagem de Eli em uma direção positiva, “quer dizer, quase fácil”, brinca Denzel, porque “esse cara é mais violento que o personagem de Dia de Treinamento. Ele é mais violento do que Malcolm X”.
No entanto, da mesma forma que o personagem de Denzel em Chamas da Vingança, a violência de Eli é usada como forma de proteger os inocentes.
“Quando eu fiz Dia de Treinamento”, diz ele, “havia um policial que disse que a Bíblia afirmava existirem aqueles cujo encargo é proteger os inocentes, e que para isso lhe é dado o direito de ser violento. Aquele policial disse: ‘Baseado nisso é que eu e meu parceiro vivemos. Isso é o que fazemos’. Talvez ele precisasse daquele versículo para justificar o que estava fazendo”.
Embora ele tenha encenado personagens violentos em filmes como Dia de Treinamento, American Gangster e, agora, Eli, Denzel é, na vida real, um homem de família calmo e gentil. Casado com Pauletta por mais de 26 anos e pai de quatro filhos, John David, Katia e os gêmeos Malcom e Olivia-Washington, Denzel está longe do estereótipo do ator de Hollywood.
Além de seu envolvimento com a igreja (ele doou US$ 2,5 milhões em 1995 para o West Angeles COGIC para construírem uma nova instalação), Denzel – que sempre inclui em seus autógrafos um “Deus te abençoe” – é um colaborador, há muito tempo, do Boys & Girls Clubs of America (que ele participou quando crianaça), entre outras caridades.
Denzel, que está indo para à Broadway, nesta primavera, para aparecer junto com Viola Davis na peça Fences, de August Wilson, sabe que ele tem sido abençoado com muito, mas rapidamente minimiza sua fama e sucesso dizendo que são apenas um presente de Deus.
“Não é sobre mim”, disse Denzel em uma entrevista de 2007 na revista Reader’s Digest. “Recebi certas habilidades, e olho para elas da seguinte forma: o que vou fazer com o que tenho? Quem é que vai ser engrandecido com isso?” Perto do final de Eli, o personagem de Denzel cita a famosa passagem de 2 Timóteo 4:7: “Combati o bom combate … guardei a fé”.
É uma linha condizente com o próprio Denzel. Ele é um superstar de Hollywood que, embora não seja perfeito, oferece um raro exemplo de um cristão em um lugar de extrema aclamação e sucesso e que não deixou isso subir à sua cabeça, em vez disso continua fundamentando sua vida na Bíblia e na confiança em Deus.
Em seus mais de 30 anos como ator, Denzel Washington tem lutado o bom combate e feito o que muitos não conseguiram. Ele manteve a fé.
Fonte: Christianity Today
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Um homem grande
“A benevolência faz um homem verdadeiramente grande. É mais bendito dar que receber. E é muito mais cristão estudar e procurar ser útil a outros, do que levantar a admiração e buscar a estima para si mesmo. O homem benevolente tem uma alma grande, copiosa e o fruto da sua benevolência edificará a igreja.”(Matthew Henry)
Se queremos pensar em um homem benevolente pensemos em João Batista que disse: “É necessário que ele (Jesus) cresça e que eu diminua.”Jo.3.30. João batista estava muito mais centrado na glorificação do Senhor Jesus do que preocupado consigo mesmo. João sabia exatamente o porquê de sua vinda ao mundo. Seu ministério consistiu em preparar o caminho para o Senhor. João batista foi grande por reconhecer a grandeza de Jesus e se satisfez em diminuir para que Jesus crescesse e fosse visto por todos.
Gl 5:22 “Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.” Benignidade e benevolência são palavras sinônimas. Trata-se de uma parte do fruto do Espírito, ou seja, é algo produzido pelo Espírito Santo no homem. É algo contrário ao egoísmo, contrário ao exagerado amor próprio. O homem benevolente é um homem abnegado o qual prefere a honra dos outros e não está preocupado em direcionar os holofotes para si mesmo, senão para Cristo.
“SABE, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, Traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te. “IITm 3: 1 a 5 Nunca houve um tempo tão carente de homens benevolentes como nos dias atuais. Peçamos ao Senhor que gere em nós a benevolência para dizermos como disse João: “Importa que Jesus cresça e que eu diminua.”
Rev. Alcimar Dantas
quinta-feira, 27 de maio de 2010
O louvor é uma arma! (2Cron. 20. 15)
O que fazer quando somos impactados por notícias repentinas e desagradáveis? Será que estamos preparados para reagir diante de notícias assim tão negativas e que provocam em nós agitação e medo?
Foi o que aconteceu com o Rei Josafá , registrado no segundo livro de II Crônicas 20. Ele tomou conhecimento que os filhos de Moabe e os filhos de Amon estavam vindo contra o povo de Deus.
Depois de ser consultado com pedido de socorro, o Senhor respondeu dizendo coisas muito importantes:
1.“Essa peleja não é vossa, mas de Deus.” A melhor coisa na vida é trocar as nossas pelejas pela peleja de Deus. Quando nos envolvemos na peleja de Deus a vitória é certa.
2.“Nesta batalha não tereis que pelejar; postai-vos, ficai parados, e vede a salvação do SENHOR para convosco, ó Judá e Jerusalém.” Quando estamos engajados na peleja de Deus não precisamos fazer muita coisa. O agir é de Deus.
3. “Crede no SENHOR vosso Deus, e estareis seguros; crede nos seus profetas, e prosperareis...” IICron. 20.20
Deus instruiu Josafá a organizar um coral e colocá-lo na frente do Exército. “E, quando começaram a cantar e a dar louvores, o SENHOR pôs emboscadas contra os filhos de Amom e de Moabe e os das montanhas de Seir, que vieram contra Judá, e foram desbaratados.” IICron.20.22
A peleja foi ganha somente com louvores. O louvor é uma arma de vitória que incomoda o inferno, mas agrada os ouvidos do nosso Deus!
Rev. Alcimar Dantas Dias
Foi o que aconteceu com o Rei Josafá , registrado no segundo livro de II Crônicas 20. Ele tomou conhecimento que os filhos de Moabe e os filhos de Amon estavam vindo contra o povo de Deus.
Depois de ser consultado com pedido de socorro, o Senhor respondeu dizendo coisas muito importantes:
1.“Essa peleja não é vossa, mas de Deus.” A melhor coisa na vida é trocar as nossas pelejas pela peleja de Deus. Quando nos envolvemos na peleja de Deus a vitória é certa.
2.“Nesta batalha não tereis que pelejar; postai-vos, ficai parados, e vede a salvação do SENHOR para convosco, ó Judá e Jerusalém.” Quando estamos engajados na peleja de Deus não precisamos fazer muita coisa. O agir é de Deus.
3. “Crede no SENHOR vosso Deus, e estareis seguros; crede nos seus profetas, e prosperareis...” IICron. 20.20
Deus instruiu Josafá a organizar um coral e colocá-lo na frente do Exército. “E, quando começaram a cantar e a dar louvores, o SENHOR pôs emboscadas contra os filhos de Amom e de Moabe e os das montanhas de Seir, que vieram contra Judá, e foram desbaratados.” IICron.20.22
A peleja foi ganha somente com louvores. O louvor é uma arma de vitória que incomoda o inferno, mas agrada os ouvidos do nosso Deus!
Rev. Alcimar Dantas Dias
terça-feira, 25 de maio de 2010
A arte de ver-se a si mesmo
Ainda analisando Isaías 6, agora olhando para o versículo 5, encontramos o profeta Isaías impactado com a visão da glória de Deus e portanto, decepcionado consigo mesmo. Ele diz está perdido por ter contemplado a santidade do Senhor uma vez que percebe que é um homem de lábios impuros e habita no meio de um povo de impuros lábios. Os seus olhos viram o Rei , o Senhor dos Exércitos e agora os seus olhos vêem a sim mesmo, um pecador que precisa de perdão.
O apóstolo Paulo também falou algo semelhante quando escreveu em Rm.7:24 “Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?” Isso aconteceu depois que Paulo descobriu que dentro dele havia a lei do pecado que o empurrava diariamente para uma vida pecaminosa. Paulo tomou consciência de que era um escravo do pecado e não conseguia fazer o bem que desejava , mas sempre acabava fazendo o mal que detestava. Depois de passar pela experiência de novo nascimento, teve sua vida transformada e agora chegava a conclusão de que somente Jesus Cristo poderia salvá-lo desse conflito interno entre o bem e o mal. Paulo descobriu que “ ...o que fora impossível à Lei, no que estava enferma pela carne, isso fez Deus enviando o seu próprio Filho em semelhança de carne pecaminosa e no tocante ao pecado; e, com efeito, condenou Deus, na carne, o pecado.” Rm.8:3.
Na primeira carta do apóstolo João, cap 1, VV 8 e 9 está escrito: “Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.” Temos aqui a solução para o pecado. Ë extremamente necessário o reconhecimento de que o mesmo habita no interior do homem para atormentá-lo. Mas é também necessário reconhecer que somente com a confissão dos mesmos perante Deus é que se pode receber o perdão em Cristo e a purificação de toda a injustiça.
Rev. Alcimar Dantas Dias
Ainda analisando Isaías 6, agora olhando para o versículo 5, encontramos o profeta Isaías impactado com a visão da glória de Deus e portanto, decepcionado consigo mesmo. Ele diz está perdido por ter contemplado a santidade do Senhor uma vez que percebe que é um homem de lábios impuros e habita no meio de um povo de impuros lábios. Os seus olhos viram o Rei , o Senhor dos Exércitos e agora os seus olhos vêem a sim mesmo, um pecador que precisa de perdão.
O apóstolo Paulo também falou algo semelhante quando escreveu em Rm.7:24 “Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?” Isso aconteceu depois que Paulo descobriu que dentro dele havia a lei do pecado que o empurrava diariamente para uma vida pecaminosa. Paulo tomou consciência de que era um escravo do pecado e não conseguia fazer o bem que desejava , mas sempre acabava fazendo o mal que detestava. Depois de passar pela experiência de novo nascimento, teve sua vida transformada e agora chegava a conclusão de que somente Jesus Cristo poderia salvá-lo desse conflito interno entre o bem e o mal. Paulo descobriu que “ ...o que fora impossível à Lei, no que estava enferma pela carne, isso fez Deus enviando o seu próprio Filho em semelhança de carne pecaminosa e no tocante ao pecado; e, com efeito, condenou Deus, na carne, o pecado.” Rm.8:3.
Na primeira carta do apóstolo João, cap 1, VV 8 e 9 está escrito: “Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.” Temos aqui a solução para o pecado. Ë extremamente necessário o reconhecimento de que o mesmo habita no interior do homem para atormentá-lo. Mas é também necessário reconhecer que somente com a confissão dos mesmos perante Deus é que se pode receber o perdão em Cristo e a purificação de toda a injustiça.
Rev. Alcimar Dantas Dias
sexta-feira, 21 de maio de 2010
O Encontro com Deus
No livro de Isaías 6: 1 a 8 está registrado o encontro do profeta com o Senhor. Foi um encontro que marcou a vida do profeta. Foi um encontro que mudou a sua trajetória de vida e que solidificou a sua convicção sobre o que era a vontade de Deus para o resto da sua vida. Foi um encontro esclarecedor e necessário para fazer o profeta Isaías se dedicar exclusivamente àquilo que Deus já tinha determinado para a sua existência.
Neste encontro com Deus, Isaías viu e ouviu coisas muitíssimo importantes. Isaías viu o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono. Esta visão refere-se a Soberania de Deus. É a visão do Deus que reina soberanamente assentado no seu trono eterno. Isaías viu o Deus que a Bíblia toda nos revela. O Deus pessoal que tem toda a autoridade no céu e na terra. Trata-se do Senhor que tem uma vontade e que trabalha continuamente pela realização de sua própria vontade. Diríamos que a motivação principal da existência de Deus é a realização do beneplácito da sua vontade para sempre.
No momento desta visão, Isaías saiu da centralidade egoísta de si mesmo para compreender a centralidade da existência de tudo no ser de Deus. Isaías deixou o seu mundinho particular para contemplar o universo incomparavelmente maior e mais importante do reino absoluto e eterno do Senhor.
Como escritor detalhista, Isaías observa o comportamento dos Serafins perante o Senhor. Observa que eles têm seis asas e com essas asas os serafins cobrem os rostos, cobrem os pés e voam.
Cobrir os rostos tem a ver com reverência diante da glória do Senhor. Pode também nos falar sobre o interesse dos Serafins por não serem vistos. Eles estão tão satisfeitos com a glória de Deus que não se preocupam com a exposição do próprio rosto. Além de se portarem com muita reverência diante da majestade de Deus, os serafins escondem o rosto para que somente a glória de Deus seja vista.
Cobrir os pés nos lembra Ef.6:15 “calçai os pés com a preparação do Evangelho da paz.” Lembra-nos a vida de testemunho santo, uma santidade prática no andar do cristão.
Com as outras duas asas os Serafins voavam numa demonstração de serviço ao Senhor. Isso me faz pensar sobre a santidade no serviço a Deus. Os serafins estão inteiramente dedicados a Deus com reverência e respeito pela sua Glória, com os pés guardados em santidade e em serviço santo que é feito em incondicional obediência.
Que tipo de encontro temos tido hoje com o Senhor? Temos nós contemplado a Sua Soberania? Podemos nós afirmar que também temos visto o Senhor assentado num alto e sublime trono ou continuamos vivendo voltados para dentro, com a visão egoísta e mesquinha de um mundinho limitado? Devemos pensar sobre que reverência temos tido para com o Senhor. A visão da soberania gera temor a Deus. A visão do seu trono nos leva a uma vida de santidade e consagração refletida no esconder do rosto para que somente Ele seja visto, esconder os pés numa vida de testemunho e ainda consagração séria do nosso fazer para Deus. Seja lá o que viermos a fazer para o Senhor, devemos fazer em santidade e fazer da melhor maneira possível pois Ele é soberano e majestoso.
Precisamos estar continuamente contemplando a visão do Senhor assentado no seu mais alto e sublime trono.
Rev. Alcimar Dantas Dias
Neste encontro com Deus, Isaías viu e ouviu coisas muitíssimo importantes. Isaías viu o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono. Esta visão refere-se a Soberania de Deus. É a visão do Deus que reina soberanamente assentado no seu trono eterno. Isaías viu o Deus que a Bíblia toda nos revela. O Deus pessoal que tem toda a autoridade no céu e na terra. Trata-se do Senhor que tem uma vontade e que trabalha continuamente pela realização de sua própria vontade. Diríamos que a motivação principal da existência de Deus é a realização do beneplácito da sua vontade para sempre.
No momento desta visão, Isaías saiu da centralidade egoísta de si mesmo para compreender a centralidade da existência de tudo no ser de Deus. Isaías deixou o seu mundinho particular para contemplar o universo incomparavelmente maior e mais importante do reino absoluto e eterno do Senhor.
Como escritor detalhista, Isaías observa o comportamento dos Serafins perante o Senhor. Observa que eles têm seis asas e com essas asas os serafins cobrem os rostos, cobrem os pés e voam.
Cobrir os rostos tem a ver com reverência diante da glória do Senhor. Pode também nos falar sobre o interesse dos Serafins por não serem vistos. Eles estão tão satisfeitos com a glória de Deus que não se preocupam com a exposição do próprio rosto. Além de se portarem com muita reverência diante da majestade de Deus, os serafins escondem o rosto para que somente a glória de Deus seja vista.
Cobrir os pés nos lembra Ef.6:15 “calçai os pés com a preparação do Evangelho da paz.” Lembra-nos a vida de testemunho santo, uma santidade prática no andar do cristão.
Com as outras duas asas os Serafins voavam numa demonstração de serviço ao Senhor. Isso me faz pensar sobre a santidade no serviço a Deus. Os serafins estão inteiramente dedicados a Deus com reverência e respeito pela sua Glória, com os pés guardados em santidade e em serviço santo que é feito em incondicional obediência.
Que tipo de encontro temos tido hoje com o Senhor? Temos nós contemplado a Sua Soberania? Podemos nós afirmar que também temos visto o Senhor assentado num alto e sublime trono ou continuamos vivendo voltados para dentro, com a visão egoísta e mesquinha de um mundinho limitado? Devemos pensar sobre que reverência temos tido para com o Senhor. A visão da soberania gera temor a Deus. A visão do seu trono nos leva a uma vida de santidade e consagração refletida no esconder do rosto para que somente Ele seja visto, esconder os pés numa vida de testemunho e ainda consagração séria do nosso fazer para Deus. Seja lá o que viermos a fazer para o Senhor, devemos fazer em santidade e fazer da melhor maneira possível pois Ele é soberano e majestoso.
Precisamos estar continuamente contemplando a visão do Senhor assentado no seu mais alto e sublime trono.
Rev. Alcimar Dantas Dias
Assinar:
Postagens (Atom)


